quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Minha Quintessência de 2015


Para nortear melhor o meu desenvolvimento pessoal, procuro continuamente criar um sistema de “controle de qualidade” com uma simples amostragem do que realmente funcionou na minha vida. Assim sendo, essa foi a Quintessência das minhas constatações no ano de 2015:

  • Não devemos confundir: dar o melhor de nós com dar tudo de nós, ou seja, apenas o melhor de nós já é o suficiente para resolver cada situação. Em 2015, tive que vencer inúmeros desafios chegando em vários momentos aos meus limites; chorei e sofri muito, pois sempre me comparava com quem tinha filhos, dois empregos, uma doença grave e por aí vai... até entender que o meu melhor, era a única coisa que interessa para o meu desenvolvimento pessoal. Problemas só mudam de nome e medos. 
  • As Comparações emocionais só pioram o nosso grau de entendimento das coisas. Por exemplo, se compararmos o tamanho do nosso medo com o medo das outras pessoas, vamos perceber que a nossa autoestima desaparece por completo. O segredo é nunca focar no medo, mas somente naquilo que nos faz seguir em frente: na nossa coragem. A plenitude do ser não acontece diante de comparações, ela acontece apenas quando entendemos nosso propósito existencial.  
  • Quando o “ter” tornar-se mais importante que o “ser”, tudo começa a dar errado.
  • O que realmente importa não é o que fazemos, e sim, se aquilo que fazemos está nos conduzindo para a nossa verdade pessoal.
  • Nossas metas jamais poderão ser realizadas quando invertemos os nossos deveres e/ou os nossos papéis sociais. Seja quem você é: amiga ou amigo, marido ou esposa, pai ou mãe e assim por diante. Considere isso: a posição certa na vida é onde você está. Tentar suprir as carências de qualquer pessoa que seja, só complica tudo. Já fiz isso algumas vezes e percebi o quando isso foi ruim. Para crescer, precisamos ser e viver a nossa verdade – não há meio de mudar isso. No meu caso: Eu, Alessandra, não tenho filhos. Ok, meu papel na minha família é de filha, irmã, prima, tia etc. Veja uma experiência que me serviu de grande lição: Quando minha sobrinha me visitou na Suíça (inverti o meu papel) e comecei a agir como se fosse mãe dela, querendo ser quem eu definitivamente não nasci pra ser, e tudo foi muito desgastante. Desfecho da história: eu não sou mãe, nem melhor amiga e nem terapeuta dela - sou exclusivamente tia, finito
  • O perdão sempre vence.
  • Quem não tem afinidade com seu mundo desaparece automaticamente - não vale a pena se preocupar. Agradeça pelo que teve que aprender e arquive o tema o quanto antes. Todo pensamento emite uma frequência - e essa lei nunca muda. Quando esqueço isso, noto o quanto me desequilibro emocionalmente. 
  • Cooperação e disposição são ferramentas vitais para o desenvolvimento pessoal – persistir sem cooperar é perda de tempo.
  • Uma das orações mais poderosas que já fiz: Livre-me de toda e qualquer crença baseada no medo – amém!
  • Agradecer é sempre a  melhor escolha a ser feita – não importa o estágio de sofrimento.
  • Reclamar nunca funciona.
  • O aprendizado constante leva ao conhecimento; o conhecimento à sabedoria, e ela ao respeito. Quanto mais nos tornamos conectados com a nossa verdade, mais entendemos que somente a humildade pode romper com os embaraços do nosso labirinto evolutivo.
  • Em essência, a evolução pessoal nunca acontece a partir do individual. As melhores reflexões só podem ocorrer por um foco novo de experiências relacionadas ao coletivo, e em circunstâncias de desenvolvimentos mentais diversos  - com pensamentos diferentes do nosso.
  • Sempre estaremos sujeitos a tentar suprir nossas carências emocionais; não basta apenas produzir pensamentos positivos para tentar vencer o ego (isso só funciona por pouco tempo). Essa foi a fórmula mais eficaz  que me ajudou a resolver isso: “Somente a sua verdade te libertará.” Um exemplo da minha vida que me permitiu a percepção de que as carências/medos têm várias nuances:
Eu pensava que tinha minha alimentação sob controle e nunca mais sairia do meu peso ideal. Quando voltei do Brasil, em janeiro de 2015, cheguei na Suíça com mais de 3Kg ... fui deixando de lado, e achando que o pensamento positivo resolveria. Resultado: engordei ainda mais. O que aprendi foi o seguinte: minha carência emocional ainda estava lá, só isso; o caso é bem simples, quando entendi o porquê estava tendo mais apetite, aceitei a minha verdade, fiz as pazes comigo, e assumi o meu medo. Daí pra frente, os pensamentos positivos funcionaram, porque foram construídos/baseados na minha verdade: perdi 7Kg sem sofrer e muito rápido.

E, em paralelo com tudo isso, eu fui ficando “tão de boa comigo”, que comecei intuitivamente a encarar meus cabelos grisalhos como uma das minhas verdades, e me deu vontade de parar de pintar novamente. Isso não quer dizer que não possa mudar de ideia, ou melhor, isso quer apenas dizer, que, no momento eu quero assim: 100% original!   



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