sexta-feira, 12 de abril de 2013

Mousse de Abacate Light, com Grapefruit e Romã

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Se estiver com muita fome, sirva o mousse acompanhado de torradas - perfeito lanchinho da tarde.

Abacate encontro para comprar na Suíça com muita facilidade e passou a ser uma das frutas mais utilizadas na minha alimentação, por obter propriedades extraordinárias  - sem falar da vitamina E em abundância.
  • Para esse mousse, você precisará apenas de bater o abacate com Queijo  Quark, usando o mixer.
  • Quando quero adoçar, uso mel ou xarope de Agave.
  • Para servir  o mousse com grapefruit, retire toda a parte branca da fruta, deixe somente os favos soltos.
  • Romã ou morangos  - combinação sublime com abacate.
  • Para finalizar,  misturo uma colher de Balsamico di Modena  - para essa receita, uso Balsamico envelhecido com fígos.
  • Adiciono também baunilha e estrelas de anis.  
  • As romãs possuem o tom de vermelho mais lindo que existe na minha opinião - as sementes quando refletidas pela luz do sol ficam magníficas!

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Essa é a embalagem do Balsamico di Modena “Condimento ai Fichi” da linha Fine Food do COOP. Embora a apresentação fique mais bonita no copo, quando estou com muita pressa, sirvo o mousse no prato fundo de pasta - fica mais fácil de dosar o mel e o balsamico.

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Um certo dia, lendo o jornal, vi uma reportagem sobre dicas de como “debulhar” a romã corretamente e achei "a glória": corte ela como na foto acima e depois de separadas as partes, pegue uma delas, vire para baixo,  pressione as pontas para cima (metade cairá no prato) e o resto vá retirando das partes brancas com muito carinho. Tenho verdadeira paixão por histórias/contos/lendas/ sobre receitas/frutas históricas. O nome em latim da romã é pomum (maçã) e granatus  (com sementes): uma maçã com sementes. Foi deste nome “granatus”, que originou-se o nome da cidade de Granada na Espanha, pois aos seus arredores existem muitas romãzeiras.


Sugestão de Livro: Sombras da Romãnzeira - Tariq Ali (esse livro foi uma sugestão maravilhoso da minha prima Nádia, que ao ficar sabendo dos meu planos de viagem para Andaluzia, me indicou com muito carinho).

Curiosidades que adoro:

Originária do Oriente Médio e da Ásia Menor, a romã é o fruto da romãzeira. A fruta é do grupo das punicáceas e possui uma polpa comestível, além de pequenas sementes. Conhecida desde a Antiguidade, a romã passou a ser domesticada no Irã por volta de 2000 a.C. Os fenícios levaram a fruta para as regiões próximas ao Mar Mediterrâneo. No Brasil, a romã chegou através dos portugueses.
A romã possui uma importância histórica grande, uma vez que fez parte do contexto cultural de muitos povos. Para os gregos, a fruta era um símbolo da fecundidade, tendo inclusive, sido consagrada à deusa do amor e da beleza, Afrodite. Para os judeus, a fruta simbolizava a esperança de que o ano novo que se iniciava, seria melhor do que o que se passara. Em Roma, era um símbolo da ordem e riqueza.
As capacidades medicinais da fruta já eram conhecidas desde a Antigüidade. Sabe-se que a romã é uma fruta oxidante, mineralizante e refrescante. O chá produzido pelas cascas do fruto é eficaz contra infecções de garganta. Além disso, é usado no combate a diarréias e disenterias.
Existem dois tipos de romãs. A romã amarela possui uma grande quantidade de sementes e um pequeno mesocarpo (parte carnosa). Já a vermelha possui um pequeno número de sementes e uma grossa camada carnosa, sendo, portanto, o tipo mais vendido em supermercados, feiras, etc.
O exportador mais importante da fruta é a Espanha, sendo que Turquia e Tunísia também produzem quantidades significativas da fruta. O maior comprador da fruta é a Inglaterra, sendo usada principalmente em zonas de mineração, uma vez que a fruta é benéfica mediante a contaminação de metais pesados.

Fonte: Brasil Escola

Um comentário:

  1. Belíssima apresentação gastronômica Alessandra. Cores e sabores maravilhosos e mais uma lição retirada do seu belo blog. bjcas

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