quinta-feira, 7 de março de 2013

Marc Chagall na Kunsthaus em Zurique

Paris par la fenêtre, 1913

E finalmente no domingo consegui realizar meu grande desejo de visitar a exposição de Chagall. Esperei alguns dias e dei uma sorte louca de poder ver tudo com muita calma e sem o menor tumulto.  

Les toits rouges, 1953

Chagall trazia seu país dentro da alma, sofria com seu povo e nunca conseguiu se afastar de suas origens.  Embora exponha de forma clara toda sua dor nessa obra, conseguiu mesmo assim, unir cristãos e judeus sem deixar transparecer ódio; inúmeras facetas autobiográficas de profundo sofrimento não conseguiram trasforma-lá apenas em um "mar de sangue" - Chagall era Judeu e buscou refúgio nos Estados Unidos durante a segunda guerra mundial. Le toits rouges foi o quadro que mais me emocinou. 

Imagens: Google



3 comentários:

  1. Emocionante poder estar diante dessas obras Alessandra. Almas flutuantes, sonhos, memória, movimento, cor...

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  2. Emocionante poder estar diante dessas obras Alessandra. Almas flutuantes, sonhos, memória, movimento, cor...

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  3. Ah, eu ouvi sobre esta exposição. Quero muito ir!!!

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